LEVANTAR-SE SÓ

sábado, 12 de julho de 2014

AZUL-NOITE



"Azul-noite é a cor do céu, 
o amarelo é a cor da terra", 
no epicentro desses tons... 
me encontro, 
guerreiro de espada em punho,
pronto para o novo tocar, 
para dizer ao que vim, 
para arremeçar ao atuais 
e aos vindouros, 
os fios que uso para tecer as roupas.... que devemos rasgar

Carvão da terra, 
andantes do destempo, 
eu e meus companheiros 
de estradar

A lua cheia se faz clara 
nos adornos da atmosfera de julho,
a dor do crescimento comigo dança,
busco compreende-la 

E é nesse céu que rabisco
o jardim que devo conhecer
nos meandros de meus meandros

Vou cortando os versos,
cortando os laços 
por mim mesmo criados
com a espada do sutra de lótus,
com minha pequena grande voz

( edu planchêz )

Postado por PLANCHÊZ às 00:03
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